domingo, 17 de julho de 2016

Maceió - AL

 Maceió, capital do Estado de Alagoas, tem um jeitinho de cidade do interior e ritmo menos acelerado do que outras capitais brasileiras, e esse é um de seus grandes charmes. Ainda que seja relativamente pequena, os turistas que a visitam contam com restaurantes de qualidade, bons hotéis, além de ótimas praias e diversidade de passeios.
Já cantava Luiz Gonzaga: "Alagoas tem joias tão caras que meus olhos não cansam de olhar / Uma delas és tu, Pajuçara, / Praia linda engastada no mar (...)". Com um mar verde que não fica devendo em nada ao do Caribe, piscinas naturais de águas cristalinas e barreiras de corais que fazem com que as praias se tornem verdadeiras piscinas, Maceió e suas adjacências conquistam visitantes à primeira vista. 
Para escolher um hotel em Maceió, é interessante que você entenda primeira quais são os bairros da cidade. A Ponta Verde é a área mais conhecida de Maceió e que está muito bem localizada, próxima de muitos restaurantes e que tem variedade de hotéis. Pajuçara também tem ótimos hotéis, vários deles com piscina com vista para o mar. Se puder escolher entre um desses dois bairros, será uma ótima pedida.
Maceió, capital do Estado de Alagoas, tem um jeitinho de cidade do interior e ritmo menos acelerado do que outras capitais brasileiras, e esse é um de seus grandes charmes. Ainda que seja relativamente pequena, os turistas que a visitam contam com restaurantes de qualidade, bons hotéis, além de ótimas praias e diversidade de passeios.
Já cantava Luiz Gonzaga: "Alagoas tem joias tão caras que meus olhos não cansam de olhar / Uma delas és tu, Pajuçara, / Praia linda engastada no mar (...)". Com um mar verde que não fica devendo em nada ao do Caribe, piscinas naturais de águas cristalinas e barreiras de corais que fazem com que as praias se tornem verdadeiras piscinas, Maceió e suas adjacências conquistam visitantes à primeira vista. 
As praias e os passeios são os principais atrativos turísticos da cidade. Fazer um passeio de jangada até as piscinas naturais de Pajuçara é imperdível, bem como curtir o visual da Ponta Verde, com coqueiros para nenhum amante da natureza botar defeito.
Não se prenda apenas ao miolo da capital e dê chance aos passeios que exploram outras praias de Alagoas. Ir à Praia do Francês e à Paripueira, com piscinas naturais de águas claríssimas, são programas lindos. Na maré baixa, que sempre dita o ritmo dos passeios, Maragogi e a Praia do Gunga (considerada uma das mais bonitas do Brasil) são imbatíveis e surpreendem pela beleza. Se quiser fugir do roteiro básico vá também até Piaçabuçu, onde fica a Foz do São Francisco, na divisa com o estado de Sergipe — o lugar tem dunas douradas e paisagens espetaculares!


quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Salvador - BA

O mergulho na capital soteropolitana começa pelo centro histórico de Salvador, na cidade alta. A recomendação é que se você quer conhecer a fundo a história da primeira capital do Brasil, o melhor é contratar um guia turístico lá mesmo, na hora. O preço é a combinar. 
São muitos monumentos históricos pra se visitar. Mas certamente é o bairro do Pelourinho – considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco – uma atração a parte dentro do Centro Histórico. São muitas vielas e largos, com igrejas (a mais famosa é a de São Francisco esculpida em ouro no interior), museus, lojinhas, restaurantes e muita gente pelas ruas. O “Pelô”, que no período colonial servia de local de castigo para escravos, não tem nada de tristeza agora. Tem muito é colorido na antiga arquitetura e é um reduto de grandes manifestações artísticas. Já imaginou você ter a sorte de encontrar o grupo Olodum por lá dando uma palhinha?
Agora, veja o que você não pode deixar de incluir nos roteiros turísticos em Salvador, quando for ao Pelourinho: Palácio Rio Branco, Museu da Misericórdia, Fundação Pierre Verger, Catedral Basílica, Terreiro de Jesus (é lá que você vai se aventurar na capoeira), Casa de Jorge Amado, Museu da Cidade. Para terminar o dia, vá conhecer também a cidade baixa, de preferência pelo Elevador Lacerda, que tem 4 cabines e 73 metros de altura. Antes de entrar, faça uma pose para a foto com a Bahia de Todos os Santos ao fundo. Em menos de 30 segundos e pagando alguns centavos, você vai andar em um dos principais cartões postais de Salvador. Ao sair vai dar de cara com o Mercado Modelo recheado de lojinhas. É chance de comprar um berimbau (instrumento típico da música baiana) ou uma camiseta com as cores da Bahia. Tem mais o que fazer por ali. Escolha entre a Fonte da Rampa do Mercado, Igreja Nossa Senhora da Conceição da Praia, Forte de São Marcelo, Rampa do Mercado Modelo, Solar do Unhão, Museu de Arte Moderna e o Parque das Esculturas. Pra encerrar o terceiro dia, você pode conhecer a Ponta de Humaitá, na Baia de Todos os Santos, onde tem um forte, um farol e um lindo pôr do sol.
No dia seguinte, só poderia dar praia. A mais famosa dentro da cidade é o Farol da Barra. Se você gosta de agito, estará no lugar certo. Se não provar de uma capelinha (espécie de picolé) ou queijo coalho assado na hora, vai ficar com a consciência doendo. Depois dali dê uma esticadinha no Bairro Rio Vermelho. É lá que você vai encontrar o acarajé preparado pelas famosas baianas. Ouça o conselho: prove o acarajé! Mas também tem outros quitutes ainda para serem apreciados pelas ruas desse bairro que se tornou “point” na noite de Salvador. No outro dia, bem disposto, pegue o rumo do bairro da Ribeira, um dos mais antigos da cidade. Fica na beira da praia. Dá pra passar uma manhã toda lá com restaurantes garantidos para a hora do almoço. A tarde, siga para a Igreja do Bonfim. Com bom humor, dá até pra fazer o caminho a pé, e já descontar o exagero que você fez no almoço.
Você já conheceu uma boa parte da cidade de Salvador, e agora é hora de explorar o entorno da capital baiana. Pois bem. Quando se perguntar sobre o que visitar em Salvador lembre-se da Ilha de Itaparica. É o local de veraneio dos soteropolitanos. As lanchas que fazem o transporte saem do Mercado Modelo. Ao chegar à ilha, tem carros de lotação para deixar o turista no centro do povoado. Já esteja avisado dos horários dos transportes de volta, para não ter uma surpresa ruim. 
A Ilha da Maré é outra opção pra quem vai ficar mais um pouquinho em Salvador. Por lá tem somente alguns barzinhos e uma água azul convidativa para um banho. Se andar mais um pouquinho vai chegar a Praia das Neves, que tem seu charme à parte. Só não tire o olho do relógio porque os barcos que fazem o transporte até a cidade param de funcionar no final da tarde.
Pra não dizer que você não conhece o segundo maior shopping do Brasil, dê uma passadinha no Salvador Shopping. Se não for pra comprar nada, (duvidamos!) ao menos pegue um cinema em uma das oito salas do empreendimento. Agende também uma passadinha na Arena Fonte Nova para ver como é a casa do Esporte Clube Bahia. Pra dar aquela relaxada, passe uma tarde em Itapuã, a convite de Vinícius de Moraes. Foi essa praia que inspirou o compositor. 
Na verdade, a atração famosa do local é o Farol de Itapuã. Bem pertinho, tem a Praça do Vinícius, com a estátua do artista. Ainda dá tempo de visitar também a Lagoa do Abaeté, que tem águas escuras e é rodeada de areia muito branca. Seu último dia na chamada “cidade da alegria”, pode ser na Praia do Forte, litoral Norte, na Costa dos Coqueiros. Se não for de carro, tem os ônibus que saem da rodoviária. É ponto certo dos turistas. Tem piscinas naturais e o famoso Projeto Tamar que defende a preservação das tartarugas marinhas.
E a noite, o que fazer em Salvador a noite? Uma caminhada pelo Calçadão da Barra já vira festa! O Teatro Vila Velha tem atrações conforme os dias da semana. Você ainda pode escolher uma balada ou simplesmente um boteco. Agora, o que você não pode deixar de fazer é conhecer Salvador.

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Brasília -DF

Brasília é uma cidade linda, com urbanismo e arquitetura singulares. Mesmo que aqui e ali o plano original tenha sido maculado, Brasília  é muito bem preservada. Um fim de semana é suficiente para apreciar todos os seus monumentos; com quatro dias, dá para visitar vários deles por dentro.
A cidade é perfeita para planejar uma viagem de última hora. Nos fins de semanas e feriados, você sempre encontrará passagens aéreas para Brasília, e os hotéis ficam repentinamente abordáveis, já que políticos e executivos estão fora da cidade.

1 | Torre de TV + Feirinha + Estádio Mané Garrincha
Vista da Torre de TV: Mesmo com a subida à Torre interditada, por conta de obras de requalificação, a Torre de TV merece uma paradinha no seu circuito.
Feira da Torre de TV; Ao pé da Torre funciona uma feira de artesanato e comida, com botequins que servem pratos típicos de várias regiões brasileiras. De 3ª a 6ª nem todos os stands abrem; de sexta a domingo a feira funciona a pleno vapor (fecha 2ª).
Estádio Mané Garrincha,: No sábado de manhã dá para começar o passeio com a visita ao Estádio Mané Garrincha, que fica a menos de 10 minutos de caminhada. A visita é gratuita, mas precisa ser agendada.

2 | Brasília City Tour
Brasília city tour: O ônibus de dois andares da Catedral Turismo sai do Brasília Shopping e percorre boa parte dos cartões-postais da cidade.
Ponte JK: Em pouco menos de duas horas, o ônibus desce a Esplanada dos Ministérios, pára por 10 minutos na Catedral, passa por Congresso e Itamaraty, dá uma paradinha na Praça dos Três Poderes, atravessa a Ponte JK e volta pelo Palácio da Alvorada e Memorial JK.

3 | Pontão do Lago Sul
Na margem do Paranoá oposta ao Plano Piloto, este é o trecho mais gostoso à beira do Lago Paranoá. Dá para caminhar pelo calçadão, apreciando o movimento dos barcos, veleiros e surfistas stand-up; bares e restaurantes (como o Mormaii Surf Bar, a cervejaria Bierfass, o nordestino Manzuá e o japa Soho) completam a estrutura, espaçados entre si. A sensação é a de estar num parque, não num shopping a céu aberto. O lugar é um dos passeios em Brasília mais concorridos ao entardecer e nos fins de semana.

4 | Passeio de barco pelo Lago Paranoá
Fundos do Alvorada: Os catamarãs da Mar de Brasília passeiam pelo Lago Paranoá nas tardes de sábado e domingo. A navegação dura entre 1h e 1h15 e passa perto da Ermida Dom Bosco, pelos fundos do Palácio da Alvorada e chega ao ponto mais fotogênico para uma selfie com a Ponte JK ao fundo. Os passeios vespertinos pegam o entardecer e o pôr do sol. Vale a pena reservar até sexta-feira para garantir lugar. Leia mais: Mar de Brasília

5 | Catetinho
O Catetinho é um simpaticíssimo museu que conserva as instalações nada palacianas da residência de Juscelino Kubitschek durante a construção de Brasília. Fica a 30 km do Plano Piloto, na direção do Gama. É o antecessor do Palácio da Alvorada.

6 | Catedral de Brasília
Mesmo com seu interior desfigurado — originalmente, não era pintado –, a Catedral reina como a obra número 1 de Niemeyer em Brasília. Por dentro, a Catedral envidraçada, que parece se oferecer aos Céus, emociona até ateus (como o arquiteto).

7 | Congresso Nacional
O tour pelo Congresso leva 50 minutos e acontece de 5ª a 2ª. Na 5ª feira é preciso agendar, mas nos outros dias é só aparecer e esperar a formação do grupo. Se você quer pegar alguma sessão parlamentar acontecendo durante a sua visita, vá na 5ª feira. 

8 | Palácio do Planalto
Enquanto o Alvorada está fechado a visitas, o único equipamento presidencial aberto ao público é o Palácio do Planalto, que recebe visitantes aos domingos. É imprescindível fazer agendamento. Atente para a indumentária permitida: não são admitidos visitantes trajando short, bermuda, minissaia, regata, boné e chinelos. 

9 | Torre de TV Digital
A última obra de Niemeyer é um mirante, na Torre que passou por reformas e está aberta à visitação.

10 | Eixo Monumental à Noite
Imperdível! Não deixe de passar em revista a Esplanada à noite. A iluminação é show.  

domingo, 5 de julho de 2015

Natal - RN

A cidade de Natal foi fundada no ano de 1599, ainda na época do período colonial do Brasil. Tudo começou com a construção de um forte para proteger a capitania do Rio Grande do Norte. O mesmo foi elevado a partir do Rio Potengi, ponto estratégico onde dava a possibilidade dos portugueses observarem todo o território sem nenhuma ameaça.
Ainda assim Natal foi invadida por holandeses anos depois. Este povo deixou uma grande herança na cidade e favoreceu o seu desenvolvimento. Desde então a capital potiguar sofreu uma série de mudanças favoráveis e se destacou mundialmente devido sua beleza e seus monumentos.
Praia bonita e com cenários perfeitos é o que mais tem em Natal e todo o Rio Grande do Norte. Você encontrará costa para todos os gostos. Além das praias urbanas, ainda existem as maravilhas das áreas litorâneas estaduais. Fica até difícil escolher quais dessas você vai visitar naquelas férias mais curtinhas.
A Praia de Ponta Negra é ideal para começar o seu tour pela orla de Natal RN. Pode-se dizer que aqui é onde tudo acontece. É possível encontrar alguns dos melhores hotéis do estado, restaurantes conceituados, feiras, exposições, casas de shows e muito mais. Diz-se, por toda Natal, que Ponta Negra é a Copacabana Potiguar. E o titulo não é desmerecido! É na orla dessa praia que você também poderá ver o cartão-postal da capital, o Morro do Careca.
Seguindo um pouco mais pela costa da cidade, há também a Praia dos Artistas. Essa é muito popular e agitada. Coqueiros e quiosques rústicos fazem parte da estrutura decorativa daqui. Você encontrará pessoas de todas as idades circulando pela longa faixa de areia da praia, além de muita gente animada, que vem para cá aproveitar o sol delicioso de Natal.
A Praia da Pipa é o principal balneário do sul do Rio Grande do Norte. Para quem gosta de surfar, festas agitadas, movimento e muita badalação o dia inteiro, esse é o paraíso dentro do estado! Apesar de terem algumas partes menos agitadas, Pipa mantém-se dentro do roteiro de turistas mais elétricos e que estão dispostos à muitas aventuras.
A Praia do Madero é considerada uma das mais bonitas de Pipa e há um visual incrível do alto das falésias para Madero e a Praia de Cacimbinhas. O visual do Chapadão também é um dos pontos altos de Pipa, e inclui tanto a vista para a Praia do Amor como para a Praia das Minas. O pôr do sol na Lagoa de Guaraíras é também um dos passeios essenciais para se fazer em Pipa.
Já a Praia de Genipabu é um verdadeiro oásis. Se você curte um bom passeio de buggy pelas lindas dunas do Rio Grande do Norte, achou o lugar perfeito para isso! Algumas produções de tv usaram esse paraíso como cenário. “Tieta do Agreste”, “Flor do Caribe” e o “Clone”, foram novelas da Rede Globo com cenas ambientadas em Genipabu. Aproveite para conhecer de perto todos esses lugares em roteiros bem especiais feitos por bugueiros locais.
Discriminar os pontos turísticos de Natal resulta com certeza em uma lista bem prolongada. Apesar de serem locais que permitem uma visitação rápida, a importância dos mesmos para o desenvolvimento e história da cidade faz com que alguns não possam passar despercebidos.
Centro de Lançamento da Barreira do Inferno: centro para lançamento de foguetes. Vale a pena conhecer pelos protótipos de foguetes e conhecer um pouco mais sobre as atividades da Aeronáutica brasileira.
Forte dos Reis Magos: local que deu origem a cidade. O Forte é aberto para visitação e como brinde você ainda tem um lindo por do sol.
Teatro Alberto Maranhão: principal teatro da cidade e onde acontecem diversos eventos voltados para o crescimento cultural de Natal.
Ponte Newton Navarro: uma das construções mais suntuosas do estado.
Museu da Cultura Popular: onde você encontra as principais heranças populares do Rio Grande do Norte e do Nordeste brasileiro.
Estes são apenas alguns dos pontos turísticos de Natal. Ainda existem as dezenas de lindas praias, lagoas, as dunas e outras formações que precisam estar em qualquer roteiro de turista que chega à cidade.
Praticamente por onde você andar, entre as praias e lagoas do Rio Grande do Norte, será fácil encontrar um bugueiro oferecendo serviço de passeios. Por ser um veículo com tração nas 4 rodas, as opções de passeio de buggy são, em sua maioria, aventurando-se pelas dunas do estado. Vale a pena apostar se você gosta de emoção para suas férias.
Lagoa de Pitangui e Lagoa de Jacumã . Relaxar na rede ou em cadeiras na lagoas é uma das opções mais desejadas do que fazer em Natal Tem muita gente que se apaixona mais pelas lagoas de Natal do que pelas praias. Por isso, conhecer pelo menos uma lagoa é um dos programas imperdíveis entre as opções de o que fazer em Natal. As lagoas possuem águas tranquilas, quentinhas e sempre com boa estrutura.
O Maior Cajueiro do Mundo, com mais de 100 anos de existência, esse árvore é considerada não somente o maior cajueiro do mundo, mas a maior árvore frutífera do planeta. É uma das atrações mais famosas do Rio Grande do Norte em Pirangi.
A culinária de Natal RN também merece destaque. Na cidade inteira você encontra ótimos restaurantes que oferecem o melhor que há da gastronomia local. Além desses, as feiras de comidas típicas encantam não apenas pelos pratos, mas por toda a ornamentação que a forma.
Guia do Centro Histórico de Natal - RN
A culinária de Natal RN é de um primor incrível! Os pratos são baseados em sua maioria nos ingredientes típicos da região, sendo justamente o que os deixa tão especiais. A forma artesanal como são feitos também chama a atenção e dá um sabor diferente. A Ginga com Tapioca é um exemplo. Uma especiaria simples, mas com um sabor delicioso. O prato é um “sanduiche” feito com uma tapioca convencional e recheada com ginga, uma espécie de peixe pequena, que é frita na hora.
Em todo o Rio Grande do Norte você encontra a Carne de Sol a Moda Potiguar, outro prato típico do estado. Ela é especial por ser servida com a manteiga da terra – ou manteiga de garrafa -, feijão verde, paçoca e macaxeira. Todos são acompanhamentos típicos do estado também.
E falando em Feijão Verde, esse também é um prato bem popular em Natal. Ele é servido como acompanhamento para diversos pratos regionais, mas também pode ser saboreado individualmente. Experimente o feijão verde com uma colher de nata fresca! Uma mistura de sabor único.
Guia de Natal - RN feito pela Decolar.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Museu Casa do Maranhão de São Luis - MA

O museu folclórico funciona no antigo Prédio da Alfândega, datado de 1873. Restaurado em 2014, oferece visitas guiadas que apresentam todo o acervo, formado por vestimentas e instrumentos musicais usados nas festas do Bumba-Meu-Boi. No novo espaço, equipamentos multimidia conduzem a uma viagem pela história, tradições, patrimônio e as artes maranhenses. O visitante pode ainda fazer um passeio sonoro passando pelo reggae maranhense, o som das Caixeiras, o Tambor de Crioula, o Tambor de Mina e ainda experimentar as festas e danças tradicionais do estado.
A edificação foi completamente reconfigurada. Ganhou equipamento com múltiplas possibilidades educacionais erguido com técnicas museológicas contemporâneas e se transformou um museu multimídia.
Recursos audiovisuais atuais, também, estão a serviço de quem quer experimentar mais o Maranhão. Será possível sobrevoar a capital em uma tela touch screen, discutir verdades e mitos sobre a sua fundação, conhecê-la sob o olhar de um fotógrafo do início do século e entender como e porque São Luís tornou-se Patrimônio Mundial.
Com olhar holístico e visão antropológica, a Casa do Maranhão proporciona aos visitantes um roteiro completo sobre o Estado, reunindo textos, vídeos, softwares e experiências que narram a história desse pedaço do Brasil, a partir das forças que forjaram seu caminho nos campos social, econômico e cultural.
O público poderá conhecer mais sobre os fatos mais marcantes da memória do Estado, como a tentativa de instituir uma colônia francesa, entre outros acontecimentos da história recente. “O roteiro de visita deverá não só informar, mas emocionar as pessoas. Dar aos turistas e moradores uma visão geral e ao mesmo tempo detalhada de aspectos que não são passíveis de interpretação, pois o Estado é muito grande e diverso para que se possa conhecer em apenas uma viagem”, explica Patrícia Servilha, curadora do projeto.
Além da capital, será possível explorar o litoral do Estado, segundo maior de toda a costa brasileira, e conhecer como os municípios do interior estão distribuídos no território. No topo da suntuosa escadaria dessa edificação, uma das manifestações mais expressivas do estado: o Bumba-meu-boi, Patrimônio Cultural Brasileiro.
Guia de Museus do Estado do Maranhão
O visitante poderá ainda fazer um passeio sonoro pelo reggae maranhense, o som das Caixeiras, Tambor de Crioula, Tambor de Mina e ainda experimentar as festas e  danças tradicionais do estado.
A parte principal da exposição se encontra no piso superior. Ali é mostrado o folclore, as lendas, as histórias e as tradições que fazem parte da cultura maranhense, assim como seu patrimônio arquitetônico e as artes em geral. Além de quadros com fotos e textos, há muitas vestimentas e instrumentos musicais, além de equipamentos multimídia que exibem vídeos e reproduzem músicas.
Visitei o Museu Casa do Maranhão em janeiro de 2015, valeu a pena.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Barreirinhas - MA

Cidade mais conhecida dos Lençóis Maranhenses, Barreirinhas é a principal base para quem deseja explorar a região. O lugar oferece boa infraestrutura, vários hotéis e pousadas, restaurantes de qualidade, comércio desenvolvido e muitas agências de turismo que levam os viajantes aos passeios.
Por ser a cidade mais completa entre todas as bases, Barreirinhas acaba sendo a escolha de grande parte das pessoas que visitam os Lençóis Maranhenses. Ainda que seja a mais popular, é importante deixar claro que Barreirinhas não é a única opção para hospedagem. Caso esteja com viagem marcada para a região, leia também sobre Santo Amaro e Atins. Pode ser que as duas outras combinem mais com você. Na dúvida, veja mais no post sobre onde se hospedar nos Lençóis Maranhenses.
Quem optar por ficar em Barreirinhas encontrará uma cidade bem mais agitada se comparada a Atins e Santo Amaro. E isso também significa que haverá muito mais turistas! Será mais fácil encontrar grupos para fazer os passeios e, ao mesmo tempo, será quase impossível visitar uma lagoa vazia. A verdade é que é praticamente irresistível se hospedar em Barreirinhas, já que lá estão os passeios mais famosos dos Lençóis Maranhenses.
A aproximadamente 255 km de distância de São Luiz, em uma viagem de quatro horas de ônibus você chegará a Barreirinhas, cidade considerada o portal dos Lençóis Maranhenses. Uma cidade movimentada pelo turismo e tem a sua alta temporada entre os meses de maio a setembro, época em que as lagoas estão cheias e a cidade movimentada pelo vai e vem de pessoas em busca das belezas naturais do local.
Bem, como a minha proposta ali era vivenciar a cidade e conhecer os Lençóis Maranhenses, fui logo procurar o que a cidade tinha a oferecer de natureza, já que para chegar aos Lençóis eu teria de pegar um 4X4, e me deparei com um rio todo para mim, rio Preguiças.
Com 120 km de extensão você já pode até imaginar o quão diversificado ele é. Na cidade você encontra várias entradas para poder tomar seu banho de rio livremente, mas eu encontrei um lugar único e particular chamado Centro Cultural Baial Ramos. O local é um acervo com biblioteca, labirinto poético, poesias escritas sobre pedras e espalhadas sobre o chão e muros e lá no fundo, escondidinha, uma pequena faixa de areia que dá acesso ao rio, onde pude me refrescar nas tardes tórridas do Maranhão.
Os roteiros de passeio em Barreirinhas são bem estabelecidos e oferecidos por todas as agências a preços bem similares. As principais atrações dentro do Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses são o Circuito Lagoa Bonita e o Circuito Lagoa Azul.
Para ver os Lençóis Maranhenses de maneira ainda mais espetacular, o ideal é realizar um sobrevoo. Fora do parque, quem atrai os turistas é o passeio de lancha pelo Rio Preguiças que leva até Vassouras, Mandacaru e a Praia do Caburé, que também pode ser acessível em passeio de quadriciclo. Vale ainda conferir o boia cross pelo Rio
Formiga, que oferece aos turistas a experiência de descer o rio flutuando em boias, sendo levados apenas pela correnteza.
Se o tempo não permitir a hospedagem também em Santo Amaro e Atins, o ideal é fazer passeios de um dia para as duas regiões. Será muito cansativo, mas certamente vale o sacrifício e o tempo.
Guia do Lençóis Maranhenses e Barreirinhas - MA
Na prática, Barreirinhas não está tão próxima ao Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses quanto as outras duas bases, por isso o tempo de deslocamento para qualquer atração será maior. É bom estar preparado para o balanço dos 4x4 que levam às lagoas. Veja mais sobre os passeios por Barreirinhas e pelos Lençóis Maranhenses.
Visitei os Lençóis Maranhenses, Barreirinhas em janeiro de 2015, valeu a pena.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

São Luis do Maranhão - MA

Figura 01 - Viagem de La Ravardière à Amazônia 
A história de São Luís começa em 8 de setembro de 1612, quando a expedição comandada por Daniel de La Touche, o Senhor de La Ravardière, fundou o forte de São Luís. O nome do forte (do francês, Saint Louis) foi uma homenagem ao então rei Luís XIII, dando origem à colônia França Equinocial. Após a saída dos franceses – em acordo com os portugueses, São Luís ainda foi invadida pelos holandeses – que permaneceram por ali por três anos – para finalmente em seguida, colonizada pelos portugueses.
São Luís é considerada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO devido à preservação da arquitetura colonial dos casarões do Centro Histórico. Muitas fachadas continham azulejos trazidos de Portugal (por esta razão, o apelido de “Cidade dos Azulejos”) para isolar termicamente o ambiente no interior das casas. O Centro Histórico é um museu a céu aberto. O coração do Centro Histórico fica no bairro de Praia Grande.
Figura 02 - Centro Histórico
Com aproximadamente um milhão de habitantes, a capital maranhense conta com grandes corporações e empresas de diversas áreas que se instalaram na cidade pela sua privilegiada posição geográfica entre as regiões Norte e Nordeste do país e também pelo fato do seu litoral estar mais próximo de grandes centros importadores como Europa e Estados Unidos. O porto de Itaqui, em São Luís, é o segundo mais profundo do mundo e um dos mais movimentados para o comércio exterior no Brasil. Além disso, a cidade também é a porta de entrada para o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, que atrai turistas do Brasil e do exterior. São Luís também foi a cidade de grandes escritores como Aluísio de Azevedo, Gonçalves Dias e Graça Aranha. Além disso, a capital também é conhecida pelos ritmos como tambor-de-crioula, reggae e bumba-meu-boi.
Figura 03 - Objetos do Bumba Meu Boi da Casa do Maranhão
 A grande ilha de aproximadamente 1.400km2 apresenta características diferentes de outras ilhas e áreas costeiras da região Nordeste. Seu clima tropical e úmido, suas extensas praias com águas turvas e grandes marés, alta pluviosidade, abundantes e extensos manguezais, juçarais (açaizais), buritizais, babaçuais, fragmentos de matas amazônicas e pré-amazônicas remanescentes e a  profusão de igarapés e rios provam que esta é uma ilha amazônica também, que marca o inicio da chamada Amazônia Atlântica ou Costeira.
As atrações de São Luis do Maranhão são muitas. Algumas que visitei estão listadas abaixo.
Figura 04 - Palácio dos leões
Casa do Nhozinho – Rua Portugal, 185. O nome do espaço é em homenagem ao artesão Antonio Bruno Pinto Nogueira, o Nhozinho. Famoso por suas peças esculpidas na palha de buriti. Com todas as suas limitações, a obra de Nhozinho é admirável. Além das peças de Nhozinho, há vários objetos que remetem à vida do maranhense como barcos, o Bumba meu Boi, artesanato indígena, etc.
Casa do Maranhão – Espaço dedicado que fala sobre as tradições e a cultura maranhense o Bumba Meu Boi. Também há uma área que fala dos grandes escritores maranhenses entre eles Humberto de Campos, Ferreira Gullar, Aluísio Azevedo, Artur Azevedo e Gonçalves Dias.
Figura 05 - Escultura na Avenida Litorânea
Rua Portugal (rua do Trapiche) com atenção ás fachadas das edificações. É nesta rua que está a maior sequência de casarões com fachadas azulejadas, como o que está instalado o Museu de Artes Visuais. As empresas mais importante da época possuíam estabelecimento ali, hoje há várias lojinhas de artesanato.
Casa das Tulhas - A casa das Tulhas era um antigo armazém que foi transformado em mercado público. As várias barracas oferecem produtos típicos da região como a geléia de pimenta, o doce de espécie, a tiquira, frutos regionais e artesanato.
Catedral de São Luís do Maranhão (Catedral de Nossa Senhora da Vitória) é a sede da arquidiocese. O maior destaque da catedral é o retábulo em talha dourada no altar-mor, realizado nos finais do século XVII. Trata-se de um dos melhores exemplares da época no Brasil colônia, apesar de ter sido um pouco alterado nos inícios do século XIX com a adição de um camarim na parte central.[9] Foi desenhado pelo irmão João Felipe Bettendorff e executado pelo entalhador português Manuel Manços. O retábulo foi tombado pelo IPHAN em 1954.
Foto 01 - Orla de São Luis do Maranhão.
Palácio dos Leões – Antigo forte de São Luís cuja construção foi transformada em palácio pelos portugueses, é a sede do governo do Maranhão, uma parte do palácio está aberta a visitação.
Avenida Litorânea - A melhor dica para aproveitar as praias de São Luís é caminhar pelo calçadão ou pela areia, admirar a paisagem e aproveitar a infra-estrutura dos quiosques. Das praias, creio que a mais agradável para a família seja a praia do Calhau.
Aqui está um Guia Turístico do Maranhão.
Visitei a Ilha de São Luis do Maranhão em janeiro de 2015, valeu a pena.