quarta-feira, 1 de agosto de 2018

BR230 - 5662 Km de Cabedelo - PB á Benjamin Constant - AM

A Rodovia Transamazônica (BR-230) é uma rodovia brasileira, criada durante o governo do presidente Emílio Garrastazu Médici (1969 a 1974), sendo uma das chamadas "obras faraônicas" devido às suas proporções enormes, realizadas pelo regime militar.
É a terceira maior rodovia do Brasil, com 4 223 km de comprimento, ligando a cidade de Cabedelo, na Paraíba à Lábrea, no Amazonas, cortando sete estados brasileiros: Paraíba, Ceará, Piauí, Maranhão, Tocantins, Pará e Amazonas.
É classificada como rodovia transversal. Em grande parte, principalmente no Pará e no Amazonas, a rodovia ainda não é totalmente pavimentada.
Planejada para integrar melhor o Norte brasileiro com o resto do país, foi inaugurada em 27 de agosto de 1972 ainda inacabada e faltando vários trechos a serem asfaltados. Inicialmente projetada para ser uma rodovia pavimentada quase 6 mil quilômetros de comprimento, conectando as regiões Norte e Nordeste do Brasil com o Peru e o Equador, não sofreu maiores modificações desde sua inauguração. Depois o projeto foi modificado para 4 977 km até Benjamin Constant, porém a construção foi interrompida em Lábrea totalizando 4 223 km.
Percurso - A partir do km 0 em Cabedelo (PB), algumas das cidades localizadas às margens ou próximas à BR-230 são as seguintes:
Paraíba: Cabedelo, João Pessoa, Bayeux, Santa Rita, Cruz do Espírito Santo, Sobrado, Caldas Brandão, Gurinhém, Mogeiro, Ingá, Riachão do Bacamarte, Massaranduba, Campina Grande, Soledade, Juazeirinho, Junco do Seridó, Santa Luzia, São Mamede, Patos, Malta, Condado, São Bentinho, Pombal, Aparecida, Sousa, Marizópolis e Cajazeiras.
Ceará: Ipaumirim, Lavras da Mangabeira, Várzea Alegre, Farias Brito, Assaré, Antonina do Norte e Campos Sales.
Piauí: Fronteiras, Vila Nova do Piauí, Campo Grande do Piauí, Picos, Dom Expedito Lopes, São João da Varjota, Oeiras, Nazaré do Piauí e Floriano.
Maranhão: Barão de Grajaú, São João dos Patos, Pastos Bons, São Domingos do Azeitão, São Raimundo das Mangabeiras, Balsas, Riachão, Carolina e Estreito.
Tocantins: Aguiarnópolis, Nazaré, Santa Terezinha do Tocantins, Luzinópolis, Cachoeirinha, São Bento do Tocantins, Araguatins, Travessia sobre o Rio Araguaia
Pará: Palestina do Pará, Brejo Grande do Araguaia, São Domingos do Araguaia, Marabá, Itupiranga, Novo Repartimento, Pacajá, Anapu, Altamira, Brasil Novo, Medicilândia, Uruará, Placas, Rurópolis, Itaituba e Jacareacanga.
Amazonas: Apuí, Humaitá, Lábrea e Benjamin Constant (trecho planejado).

Turismo natural e cultural na Paraíba

1 - Açude do Boqueirão - No município de cariri, a 45 km de Campina Grande.
2 - Açude de Coremas - No Sertão Paraibano, na cidade de Coremas, trata-se do maior reservatório do Estado e um dos maiores do Nordeste.
3 - Açude de Só Gonçalo - No sertão, a 15 km da cidade de Souza, abriga ilhas e é ideal para passeios de barco, além dos banhos. Oferece um restaurante.
4 - Alagoa Grande - Cidade a 10 km da capital, rica em construções históricas. Destaque para a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Boa Viagem, construída em 1868 e o Teatro Santa Ignez, um dos mais antigos do Estado, inaugurado em 1905. Oferece ainda opções de turismo rural, através dos seus engenhos, cachoeiras e antigos quilombos.
5 - Areia - Tombada pelo Patrimônio Histórico, a cidade abriga as mais preservadas construções históricas do interior nordestino. Destaque para o Teatro Minerva, em estilo barroco, inaugurado em 1859 e o Museu Pedro Américo, que funciona na casa em que nasceu o pintor, em 1843. Além da rapadura, o município produz uma das melhores cachaças do Brasil, característica retratada no Festival Brasileiro da Cachaça e da Rapadura, evento anual no mês de setembro. Local: Fica a 118 km de João Pessoa.
5 - Bananeiras - Abriga a Cachoeira do Roncador, com cerca de 30 metros de altura e o Cruzeiro de Roma, mirante e ponto de peregrinações religiosas. Local: No brejo paraibano.
Barra de Mamanguape - Abriga a base de preservações do Peixe-boi marinho, ameaçado de extinção, além de aldeias indígenas e praias desertas. Local: Litoral norte da Paraíba, a 40 km de estrada de barro no município de Rio Tinto.
6 - Cabaceiras - A cidade oferece muitas opções de turismo rural, como o Lajedo de Pai Mateus, um imenso mar de granito. A cidade foi cenário do longa "O Auto da Compadecida". Abriga ainda rochedos de formas curiosas e cânions.
7 - Coqueirinho do Norte - Município de Marcação, a 62 km de João Pessoa. Trata-se de uma praia estuarina de areia branca e uma infinidade de coqueiros, que recebe frequentemente a visita de ariranhas e peixes-boi.
8 - Estância Termal de Brejo das Freiras - Hotel fazenda com piscinas, banheiras termais, restaurante especializado em comida regional, salão de jogos e playground em pleno sertão nordestino. As águas são utilizadas em terapias medicinais e as lamas para tratamentos cosméticos.
9 - Ilha de Areia Vermelha - Trata-se de um banco submerso que aparece durante as marés baixas. Acesso pelos barcos que saem das Praias do Poço e Camboinha, ambas a cerca de 10 km de João Pessoa. Local: No município de Cabedelo, a 1,5 km da Costa.
10 - Ingá - Trata-se de um dos mais enigmáticos sítios arqueológicos do Brasil e um dos pontos turísticos mais visitados do Estado. Abriga um painel de 20 metros com inscrições rupestres. Local: A 93 km da capital.
11 - Museu Regional de Areia - Abriga relíquias históricas, como uma bíblia em latim, editada na Alemanha em 1803 e um mimeógrafo manual. Só 15 coleções que incluem Antropologia Cultural, Antropologia Física, Armaria, Artes Gráficas, Artes Plásticas, Arte Sacra, Iconografia, Manuscritos, Maquinário, Tecnologia, Mineralogia, Mobiliário Objetos de Uso, Paleontologia, Vidros, Louças e Zoologia.
12 - Parque Estadual da Pedra da Boca - Abriga gigantescos paredes de rocha, entre eles a Pedra da Boca, uma enorme fenda que se constitui no principal pico de escalada da Paraíba, com 400 metros de altura. Abriga muitos sítios arqueológicos, grutas e córregos. Ideal para o ecoturismo. Local: Na região do Calabouço, zona rural de Aruana.
13 - Pilões - O Engenho Boa Fé resgata a antiga prática de fazer rapadura, um dos alimentos ais tradicionais da região. Local: A 123 km da capital.
14 - Praia do Jacaré - Ancoradouro de velejadores renomados como Amir Klink e ideal para a prática de jetski. O pôr-do-sol no local foi considerado pelo Guia 4 Rodas de 2004, como o segundo mais belo do país. Local: A 12 km de João Pessoa.
15 - Quilombo do Talhado - Foi cenário para as gravações do filme que revolucionou o cinema nacional: "Aruanda", produzido no início da década de 60. O longa retratou o trabalho artesanal das famílias em luta contra a seca. Local: Sertão, no município de Santa Luzia.
16 - Rio Tinto - Abriga diversas construções históricas de influência europeia, como a Igreja Matriz, construída no início dos anos 40. Local: Litoral norte do Estado.
17 - Serra do Bodopitá - Cadeia de montanhas há cerca de 900 metros de altitude. Abriga trilhas ecológicas e monumentos naturais, como a Pedra de Santo Antônio, imenso bloco de granito que atrai muitos turistas e fiéis devotos do "santo casamenteiro". Local: Campina Grande.

Turismo natural e cultural no Piauí

Além da riqueza ambiental e da exuberância da paisagem, que mistura rio, dunas e mar no delta do Parnaíba, o turismo piauiense se apoia em importantes sítios arqueológicos, entre os quais os parques nacionais da Serra da Capivara, das Sete Cidades e da Serra das Confusões .
1 - O Delta do Parnaíba é considerado uma das mais belas paisagens do mundo. Está localizado entre os estados do Maranhão e Piauí tendo em Parnaíba sua porta de entrada. É um raro fenômeno da natureza que ocorre também no Rio Nilo, na África, e em Me Kong, no Vietnã. Sua configuração se assemelha a uma mão aberta, onde os dedos representam: Barra de Tutoia, Barra do Caju, Barra do Igaraçu, Barra das Canárias e Barra da Melancieira, que se ramificam, formando um grandioso santuário ecológico.
2 - O Parque Nacionais da Serra da Capivara é considerado desde 1991 patrimônio da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), abriga mais de 400 sítios arqueológicos.
3 - No Parque Nacional das Sete Cidades, ao norte, encontram-se formações rochosas datadas de milhões de anos, além de pinturas rupestres. Localizado em Piracuruca a cerca de 200 quilômetros de Teresina, abriga cerca de 500 pinturas rupestres em um dos grandes paredões rochosos, que datam de 6 a 10 mil anos e estão conservadas.
4 - O Parque Nacional da Serra das Confusões abriga um único ecossistema: a caatinga. Sua principal preocupação é preservar toda a riqueza desta paisagem, sua fauna e sua flora para as futuras gerações.
A área desta unidade ainda encontra-se em estado primitivo de conservação, podendo ser encontrado inúmeros sítios arqueológicos em suas cavernas e grutas, apresentando litogravuras nos paredões rochosos de valor histórico, científico e cultural.


sábado, 28 de janeiro de 2017

Aracaju - SE

 Aracaju é uma cidade que paira entre o moderno e o histórico. O centro da cidade está repleto de lojas e restaurantes, enquanto a orla de Atalaia, com seus 6km de extensão, é o local perfeito para caminhadas, onde também se encontram excelentes opções de restaurantes e bares à beira-mar.
Para aqueles interessados em cultura e história, o Mercado Municipal Antônio Franco é parada obrigatória. Aqui você encontrará uma grande variedade de artesanatos locais, alimentos tradicionais e muito mais. Não deixe de visitar a Colina de Santo Antônio, lugar onde a cidade foi fundada e do alto se pode ter uma visão panorâmica da cidade.
Aracaju oferece uma série de atrações turísticas imperdíveis. Para quem ama a natureza, o Parque da Cidade de Aracaju é um deleite para os olhos! Esta vasta área verde está repleta de animais e plantas nativas, e é o lugar perfeito para um piquenique em família.
O Museu da Gente Sergipana é um marco cultural em Aracaju, oferecendo uma janela para a rica cultura e história de Sergipe através de exposições interativas. Para um gostinho da vida marinha local, o Oceanário de Aracaju, que possui o formato de uma tartaruga gigante, abriga 60 espécies de animais marinhos.
Finalmente, a atração que você não pode perder é a Passarela do Caranguejo. Este trajeto localizado na praia de Atalaia está no epicentro da vida noturna de Aracaju. Aqui você pode saborear o prato local - o caranguejo - e outras delícias da culinária regional. Além disso, a energia vibrante e a música ao vivo farão você dançar até o amanhecer.
Explorar Aracaju é uma viagem emocionante através de belas paisagens, rica cultura e hospitalidade calorosa.
Aracaju, a capital sergipana, é verdadeiramente prazerosa. Nossa primeira parada é a Orla de Atalaia, um dos principais cartões-postais de Aracaju. Com 6 km de extensão, tem bares, restaurantes, lagos artificiais e a estonteante vista do mar.
Mais à frente, encontramos o Museu da Gente Sergipana. Interativo, o acervo resgata a cultura e a história sergipana. Com a tecnologia como elo, reviva momentos, personagens e manifestações culturais que nos conectam às raízes brasileiras.
O Parque dos Falcões é um tesouro. O único lugar no Brasil autorizado pelo IBAMA a criar aves de rapina, é um destino imperdível para os amantes da natureza.
Ao visitar, não é possível ignorar o Mercado Municipal Antônio Franco. No coração de Aracaju, contempla as cores, sabores e tradições à sua volta. Compre artesanato local, saboreie a culinária típica e vivencie a hospitalidade sergipana.
A Colina de Santo Antônio, onde a cidade nasceu, é um convite a apreciar a vista panorâmica da capital. No alto, a Catedral Metropolitana, em estilo gótico, destaca-se na paisagem.
Para finalizar a experiencia em Aracaju, temos a Praia de Aruana. Tranquila, com águas mansas, ideal para relaxar e curtir o clima tropical. Durante a maré baixa formam-se piscinas naturais, perfeitas para um mergulho refrescante.

Visitei Aracaju em janeiro de 2017, valeu a pena.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Canindé de São Francisco - Sergipe

Canindé de São Francisco está localizado à beira do Rio São Francisco, na região oeste do estado de Sergipe e a cerca de 210 km da capital Aracaju. O município reúne histórias, cultura e belezas naturais únicas do Nordeste e, além disso, representa um lugar ideal para a prática de ecoturismo.
Para chegar até lá, a melhor forma é partir de Aracaju. De carro, basta seguir pela BR-101 e BR-235 até a cidade de Itabaiana. Depois, é só continuar pela SE-106, sentido Ribeirópolis, e ir até Poço Redondo, município vizinho ao nosso destino. Para quem deseja fazer o trajeto de ônibus, é possível encontrar boas opções de passagens no Terminal Rodoviário Governador Luiz Garcia, também na capital.
O clima em Canindé de São Francisco é o semiárido, marcado sempre por muito sol e calor, que são características típicas do Nordeste. Para visitar o município em um momento ideal e mais ameno, escolha viajar entre os meses de maio a agosto, já que nessa época as chuvas isoladas refrescam o ambiente. Nesse período, os passeios e atividades continuam garantidos e são ainda mais agradáveis.
O município de Canindé de São Francisco é emoldurado por belas paisagens e possui cenários de encher os olhos. A maioria dos passeios e atrativos da região é marcada por belezas naturais, história e muita cultura. Veja, abaixo, o que não pode faltar em seu roteiro nesse destino:

1. Rio São Francisco:
Popularmente conhecido como “Velho Chico”, o Rio São Francisco é considerado a joia mais valiosa do sertão nordestino. Visitá-lo significa conhecer uma bela natureza, mas também estar diante de muitas histórias e costumes tradicionais da população que o cerca. Por isso, para descobri-lo de uma forma única, não deixe de fazer um passeio de barco pelas suas águas, que são excelentes para navegação e descortinam belos cenários.

2. Cânion do Xingó: O Cânion do Xingó é a principal atração de quem visita o nosso destino, então conhecê-lo é um passeio obrigatório. Banhado pelo Rio São Francisco, esse imponente monumento é considerado o 5º maior cânion apto à navegação do mundo e possui mais de 60 mil anos. Para conhecê-lo, você pode fazer tanto trilhas ecológicas quanto passeios de barco, que garantem banhos de rio em águas cristalinas.

3. Gruta do Talhado:
A Gruta do Talhado é considerada um dos pontos mais bonitos do Cânion do Xingó, por isso não deixe de incluí-la em seu roteiro. Com formações rochosas que parecem ter sido desenhadas, esse local é ideal para fazer belos registros e uma excelente pedida para um passeio romântico. Em alguns pontos, é possível praticar mergulhos com total segurança e, assim, relaxar bastante.

4. Vale dos Mestres: Com paisagens típicas do sertão, natureza preservada e piscinas naturais muito convidativas, a região do Vale dos Mestres entra para o nosso guia. O local fica a aproximadamente 30 km do centro de Canindé e é ótimo para descansar e levar a família. Um destaque desse atrativo é que o espaço também abriga sítios arqueológicos, que revelam pinturas rupestres datadas de, pelo menos, 3 mil anos atrás.

5. Museu de Arqueologia de Xingó:
Se a região do Vale dos Mestres abre espaço para figuras da pré-história, o Museu de Arqueologia do Xingó reúne e resgata objetos reais encontrados no Nordeste ao longo desse período. O museu proporciona uma viagem ao passado, a partir de exemplares descobertos em mais de 50 sítios arqueológicos da região. Entre o acervo, estão ferramentas, peças em cerâmica e esqueletos com mais de 8 mil anos.

6. Usina Hidrelétrica de Xingó: Instalada no Rio São Francisco em 1994, a Usina Hidrelétrica de Xingó está aberta para visitação e representa um passeio para entender como esse complexo sistema de geração de energia funciona. Com a companhia de um guia, é possível conhecer as instalações e reservatórios do local e, ainda, presenciar uma vista incrível do Velho Chico. Da área externa da usina, o visual também é único, então capriche nos registros.

7. Grota de Angico:
Com grande valor cultural, a Grota de Angico é um dos destinos obrigatórios para quem visita o sertão nordestino, já que o local faz parte da chamada Rota do Cangaço. Esse atrativo, que tem acesso por uma trilha de dificuldade média, é conhecido como o lugar exato onde Lampião e Maria Bonita foram mortos em 1938. Além de marcar a história, o local é composto por belas paisagens da Caatinga.

8. Cachoeira do Lajedão: Muito visitada pelos moradores de Canindé, a Cachoeira do Lajedão também entra para a nossa lista de atrações. Localizada em meio ao sertão, essa charmosa queda d’água proporciona banhos muito refrescantes e descortina paisagens incríveis. Se você deseja fazer um passeio a dois para um lugar romântico em nosso destino, visitá-la é, sem dúvidas, a melhor pedida.

9. Restaurante Karrancas:
Além de muitas belezas naturais, Canindé de São Francisco também possui excelentes cantinhos que oferecem muitas comodidades, como o Restaurante Karrancas. Muito conhecido na região e bastante visitado pelos turistas, o local oferece refeições saborosas, tipicamente nordestinas, e conta com uma infraestrutura muito elogiada. Localizado à beira do Velho Chico, o espaço ainda proporciona a prática de esportes aquáticos e banhos relaxantes nas águas cristalinas do rio.

10. Restaurante Aconchego do Matuto: Localizado às margens do Rio São Francisco, o Aconchego do Matuto é mais um recanto ideal para conhecer em nosso destino. Esse local também oferece muitas comidas típicas saborosas do Nordeste, mas se destaca por possuir ambientes ideais para a família. Entre quiosques confortáveis e uma área de lazer arborizada, é possível desfrutar de momentos divertidos com a criançada e aproveitar muito o dia.

Com todas essas opções de atividades e atrações, a diversão e aventura estão garantidas em sua viagem. Aproveite para escolher os passeios que mais combinam com você e desfrute dessa belíssima região de Sergipe!

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

São Paulo - SP - Museu Catavento: Exposição “Do Macaco ao Homem”

 O Museu Catavento, museu de ciências da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do estado de São Paulo, apresentam a exposição inédita “Do Macaco ao Homem”. Na mostra todos poderão aprender e explorar um pouco mais sobre a Evolução Humana.

Ancorada num acervo notável de réplicas de crânios dos nossos ancestrais e de ferramentas de pedra, a exposição de fácil visitação foi concebida pelo Museu Catavento em parceria com o Instituto de Estudos Avançados-USP. A curadoria é de Walter Neves, do IEA-USP, que possui muita experiência em divulgação científica para o grande público e traz em sua bagagem a concepção de inúmeras exposições museográficas.

A mostra “Do Macaco ao Homem – transições” trata do processo evolutivo humano, desde os primeiros bípedes, datados em 7 milhões de anos, até o surgimento do Homo sapiens (homem moderno), há cerca de 200 mil anos. A exposição não possui um circuito obrigatório de visitação e é composta por 5 módulos independentes, são eles: Evolução da Bipedia, Evolução Craniana, Evolução da Fisionomia, Evolução do Tamanho do Cérebro e Evolução da Tecnologia da Pedra Lascada.

Um dos pontos altos é a reconstituição facial dos nossos ancestrais, mostrando como eles eram quando vivos. Além disso, ao percorrer a exposição, o visitante poderá tirar fotografias entre a reconstituição in vivo e o esqueleto completo de Lucy, que foi encontrada na Etiópia em 1974/1975, ela pertence à espécie Australopithecus afarensis e é datada de 3,2 milhões de anos, sua descoberta revolucionou os estudos sobre o tema.

Introdução: Como os demais seres vivos, o homem surgiu no planeta através de um longo processo natural, a evolução biológica. Há cerca de 7 milhões de anos nossa linhagem evolutiva diferenciou-se, a partir de um ancestral comum, da linhagem dos chimpanzés. Por isso repartimos com eles 98% dos nossos genes.

Pan-troglodytes-(chimpanzé): Os Chimpanzés são mamíferos da ordem dos primatas, da família hominidae e é membro do gênero Pan junto com os bonobos (Pan paniscus). Compartilhando 99% do seu DNA conosco.  Habitam as florestas tropicais da África Central, mas podem viver em regiões de mosaico entre florestas e savanas, ou mesmo nas savanas e em regiões de altas altitudes.

Sahelanthropus-tchadensis: O Sahelantropus tchadensis viveu a cerca de 7 milhões de anos atrás, na região noroeste da África, sendo encontrado no atual país de Chade, e não se sabe tanto sobre ele e seus hábitos em si pelo fato de ter sido encontrado apenas um fóssil contendo a região superior do crânio  dificultando assim o conhecimento mais profundo de seus hábitos, sabe-se mais sobre o ambiente em que ele vivia, consistindo de uma floresta tropical enorme semelhante a atual Amazônia, o que provavelmente influenciaria diretamente em seus hábitos de herbívora, porém, nada impede que ele também se alimenta-se de insetos e pequenos invertebrados (característica observada até hoje nos chimpanzés atuais) e muito provavelmente este ancestral teria hábitos arborícolas.

Ardipithecus-ramidus: O Ardipithecus ramidus é um primata que viveu há aproximadamente entre 4,8 a 4,1 milhões de aos atrás, na região da atual Awash na Etiópia, que nesta época era arborizada e úmida entre palmeiras e figueiras. 

Australopithecus anamensis: Australopithecus anamensis, cujo anam na lígua de Turkana significa “lago”,  Australo = do sul e pithecus = macaco (Macaco do sul do lago).  Foi descoberta em 1994 por Meave Leakey. Sua arcada dentaria possui o formato de ‘’U’’. Possuíam os molares e os pré-molares com espessura de esmalte no dente parecida com outras espécies do gênero Australopithecus, porém, mais primitivos. A. anamensis apresentava evidências indiscutíveis de bipedalismo, sendo as mais antigas já comprovadas, porém, provavelmente passaram muito tempo subindo em árvores, talvez procurando alimento ou evitando predadores.  Fósseis de plantas e animais e a análise de sedimentos e rochas antigas fornecem pistas sobre o ambiente desta espécie. Eles moravam perto de um antigo lago interior que existia na bacia onde agora se encontra o lago Turkana.

Kenyanthropus-platyops: Seu nome significa “homem de rosto plano do Quênia”, possuía traços faciais mais delicados e dentes relativamente pequenos que viveu há aproximadamente há 3,5 milhões de anos atrás na região oeste do atual Lago Turkana no Quênia, onde foram descobertos os restos fósseis em 1999, por Justus Erus.

Australopithecus-afarensis: O Australopithecus afarensis cujo nome tem origem no local onde foi encontrado, a depressão de Afar, é um primata que viveu há aproximadamente entre 3,7 a 2,5 milhões de anos atrás na Etiópia.  Em 1970 Donald Johanson encontrou um joelho em Afar na Etiópia na região de Hadar. Foi efetuada uma sucessão de descobertas espetaculares incluindo uma articulação do joelho, o esqueleto famoso denominado de Lucy e os restos de um grupo familiar, levando o A. afarensis a ocupar um lugar de destaque na árvore genealógica dos hominídeos. 

Australopithecus africanus: O Australopithecus africanus é um primata que viveu há aproximadamente 3,0 a 2,0 milhões de anos atrás. Passavam boa parte do tempo nas árvores, se alimentando de folhas e frutas. Essa espécie foi a primeira do gênero a ser descrita pelo Raymond Dart em 1924, baseado no “Crânio juvenil de Taung”, encontrado na região de Taung na África do Sul.

Australopithecus-garhi: O Australopithecus garhi cujo nome Gahri na língua Afar significa "surpresa" pois os antropólogos não imaginavam que as espécies de Australopithecus poderiam ter existido até tão perto de nós. Os A. garhi viveram há aproximadamente 2,5 a 2,0 milhões de anos atrás na Etiópia, à beira de lagos, cercado por pastagens.

Paranthropus-aethiopicus: O Paranthropus aethiopicus foi um primata que viveu há aproximadamente 2,8 a 2,2 milhões de anos atrás na atual Etiópia e Quênia. Foi encontrado um crânio quase completo, faltando os dentes, no Lago Turkana em um sítio no Quênia, que ficou conhecido como “Caveira Negra”, devido os sedimentos em que o mesmo foi enterrado, ter o manchado de preto.

Homo-habilis: Seu nome significa “homem habilidoso” pois o mesmo conseguia confeccionar e utilizar diversas ferramentas, viveu há aproximadamente há 2,0 a 1,7 milhões de anos atrás na África. Os primeiros fósseis de Homo habilis foram encontrados em Olduvai Gorge, juntamente com ferramentas simples de pedra lascada chamadas Oldowan.  Os fósseis foram descobertos em 1964 por Louis Leakey e sua equipe.

Paranthropus-robustus: O Paranthropus robustus é um primata que viveu há aproximadamente 2 a 1,0 milhões de anos atrás, na África meridional. Os machos mediam cerca de 1,40 metros de altura e peso de 60 quilogramas e as fêmeas mediam cerca de 1,10 metros de altura e peso de 35 quilogramas. Foi originalmente descoberto em 1938 por um estudante.     

Paranthropus-boisei: Paranthropus boisei foi um dos primeiros hominídeos que viveram no leste da África há aproximadamente 2,4 milhões de anos. Seus fósseis foram encontrados na Tanzânia, Etiópia e Quênia. O nome “boisei” foi dado em homenagem a Charles Boise, que contribuiu financeiramente com o trabalho de Mary. Sua alimentação era composta basicamente de plantas.  

Homo-erectus: Os primeiros fósseis de H. erectus,  foi inicialmente descobertos pelo holandês Eugene Dubois em 1891 em Java, na Indonésia.  O crânio parcial ficou conhecido como "Homem de Java”. Durante os anos 1920 e 1930, uma série de fósseis semelhantes foram descobertos na China. A partir dos anos cinquenta, foram descobertos esporadicamente fósseis de H. erectus na África e na Ásia. O corpo tendia a ser mais curto e mais encorpado do que o dos humanos modernos, mas as proporções corporais eram semelhantes, com pernas relativamente alongadas e braços mais curtos em comparação com o tamanho do tronco.  Essas características são consideradas adaptações a uma vida vivida no solo, com a capacidade de caminhar e percorrer longas distâncias. Provavelmente o H. erectus foi a primeira espécie a usar e controlar o fogo. O controle de fogo (unido a capacidade de percorrer longas distâncias), pode ter permitido nossos ancestrais a se mudarem da África e migrarem para locais com clima mais frio (Europa e Ásia).

Homo-heidelbergensis: O primeiro fóssil da espécie foi descoberto na cidade de Heidelberg, na Alemanha em 1907, daí o nome Homo heidelbergensis ou “homem de Heidelberg. Acredita-se que H. heidelbergensis se originou na África a partir de H. erectus, mas se espalhou estabeleceu populações na Europa e possivelmente também no sul da Ásia por volta de 500.000 anos atrás.  

Homo-neanderthalensis: O Homem de Neandertal (Homo neanderthalensis) cujo nome lembra o local onde foi encontrado, viveu há aproximadamente 200 a 30 mil anos atrás na Europa, descendendo possivelmente dos Homo heidelbergensis que se adaptaram ao clima frio da Europa. A primeira descoberta de partes de um esqueleto de Neandertal ocorreram na pedreira de Forbes, em Gibraltar, no ano de 1848, sendo esta descoberta anterior a "original" que deu nome à espécie, que ocorreu em uma gruta chamada de Feldhofer Grotte, no flanco do vale do rio Düssel, afluente do rio Reno, em agosto de 1856, três anos antes da publicação de "A Origem das Espécies" de Charles Darwin, no pequeno Vale de Neander. 

Homo-sapiens: Todas as pessoas que vivem hoje pertencem à espécie Homo sapiens. O nome significa “homem sábio” ou “astuto”. Os fósseis dos primeiros membros de nossa espécie, o H. sapiens arcaico, foram todos encontrados na África. Os primeiros humanos modernos foram adaptados à vida nos trópicos, mas há 40 mil anos, ocuparam uma série de ambientes nos continentes da África, Europa, Ásia e Austrália. Nos últimos 20.000 anos, também nos espalhamos pelas Américas. Hoje, nossa cultura e tecnologia nos permitem viver na maioria dos ambientes de nosso planeta. Os H. sapiens eram caçadores-coletores que viviam de plantas e animais selvagens, mas há cerca de 11 mil anos, começaram a domesticar plantas e animais. Nossa dieta ampla e essencialmente onívora nos permitiu utilizar os recursos alimentares encontrados na grande variedade de ambientes que habitamos.

Créditos: Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos - IB-USP / Instituto de Estudos Avançados - USP e Catavento Cultural e Educacional
Curador: Walter A. Neves / Instituto de Estudos Avançados - USP
Assistentes de Curadoria: André Strauss / Museu de Arqueologia e Etnologia - USP. Danilo V. Bernardo / Universidade Federal do Rio Grande. Murilo Reginato / Museu Catavento
Participação Especial: Wilson Teixeira / Instituto de Geociências-USP
Coordenação e Arquitetura: Ricardo Pisanelli / Museu Catavento
Expografia: Walter A. Neves
Design Gráfico: Diogo Heck
Réplicas: Nilton Pereira Silva / Ariel Milani Matine
Reconstituições in vivo: Wallace Gomes da Silva
Aderecista: Daniel Dias Fernandes
Lascador: Astolfo Araújo / Museu de Arqueologia e Etnologia / USP
Financiamento: Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo / CNPQ
Agradecimentos: Maurício Cândido da Silva (FMVZ-USP), Maria Alice Gonzalez (LSI-USP), Sueli Bresciani, Rosely de Deus Lopes LSI-USP), Museu de Zoologia (USP), Museu de Anatomia Veterinária (USP), Estação Ciência (USP), FAPESP.
Adaptação e Montagem da Exposição Virtual: Pedro Jackson / Museu Catavento

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Areado - MG

A povoação areadense foi fundada aos 25 dias do mês de abril de 1823. Os desbravadores, idealizadores e generosos cidadãos referidos, cuja memória respeitosamente reverenciamos, abriram uma clareira em plena mata densa e edificaram uma capela que seria o primeiro marco da cidade de Areado.
A agricultura fixou os recém-chegados ao solo produtivo e experiências pioneiras foram feitas com o plantio do trigo e do centeio. Depois tiveram êxito com as culturas da cana-de-açúcar, fumo e algodão, tendo como atividade auxiliar a criação de gado de corte e leiteiro. Naquele tempo, as casas eram de pau-a-pique, tendo sido posteriormente substituídas pelas de adobo- espécie de tijolo de barro-; algumas delas ainda existem até hoje. Já naquela época, a vocação para o desenvolvimento do artesanato florescia para suprir as necessidades de utensílios, vestimentas, instrumentos, fiação em roca, tecelagem manual, manufatura em couro, cerâmica e outras. No dia 23 de abril de 1823, o Padre Venâncio José Siqueira rezou a primeira missa, cuja data acabou ficando admitida como a de fundação da cidade, com o nome de São Sebastião do Areado.
O lago de Furnas proporciona ao visitante uma vasta opções de atividades a serem feitas, como pesca, pesca esportiva, nado, passeio de barco, travessia de balsa e esportes náuticos. Onde o turista pode se divertir e apreciar a natureza exuberante que o Lago oferece.
Na casa do Artesão são expostos todos os tipos de artesanatos confeccionados em nossa cidade pela associação dos artesãos. Temos a venda de artesanato com diversas coisas como: tapetes, arte em cabaças, pinturas, bordados, produtos para cozinha, colchas, panos de prato, móveis em madeira, enfeites, tecelagem, arte em telha, vidros, doces e geleias.
A Associação Biscoiteiros Unidos - ABU, nasceu da vontade de algumas mulheres em preservar a tradição dos biscoitos assados nos fornos de barro, que foi passada de geração em geração. No passado existiam na cidade deAreado- MG algumas fábricas de polvilho, e as famílias, principalmente as rurais, desenvolveram o costume de assar biscoitos em fornos de barro, comuns na época. Por esse motivo, a cidade ficou conhecida como a Terra do Biscoito. E foi pensando em manter essa cultura viva que a Associação Biscoiteiros Unidos nasceu, e tem lutado dia a dia por essa causa. Com a realização da Festa do Biscoito deAreado, a Associação ganhou forças, sendo que no decorrer do ano são desenvolvidos projetos para difundir a cultura do biscoito. A associação fica próxima ao trevo deareado, e assando biscoito no forno todas as sextas e domingos.

Visitei Areado em dezembro de 2016, valeu a pena.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Capitólio - MG

 As águas em tom de esmeralda nos arredores de Capitólio deram à região a fama de "mar de Minas Gerais". E o título não é para menos! Com mais de 1440 km² de área e banhando mais de 30 municípios mineiros, o Lago de Furnas é a maior atração nos arredores da cidade de Capitólio e também o principal motivo que leva tantos turistas até lá. A verdade, no entanto, é que Capitólio vai além-mar e há diversas outras atrações para curtir durante os dias de viagem. Prepare-se para dias de intenso contato com a natureza e muito banho de cachoeira. Capitólio, em Minas Gerais, te espera com cenários deslumbrantes, tudo regado ao melhor do jeitinho mineiro.
Ao montar um roteiro de viagem por Capitólio, comece com um passeio de lancha em Capitólio, curtindo as águas do Lago de Furnas, com direito a deliciosos banhos na Cachoeira Lagoa Azul, Cachoeira Cascatinha, Cachoeirinha da Ilha e no Vale dos Tucanos. Depois, suba ao Mirante dos Cânions de Capitólio para ver toda a beleza do Lago de Furnas do alto, onde duas lindas cachoeiras completam o visual mais famoso da região. O passeio rende lindas fotos de Capitólio! 
Cumpridas as etapas que levam tanta gente a Capitólio, aproveite para curtir com calma outras quedas d’água, algumas com circuitos que rendem facilmente um bom dia de passeio, como as Cachoeiras da Trilha do Sol, as Cachoeiras Paraíso Perdido, as Cachoeiras Pé de Serra e as Cachoeiras do Retiro Viking. Com mais tempo, vale ainda ir à Cachoeira do Filó, à Cachoeira Poço Dourado, à Cachoeira Fecho da Serra, à Pedreira Lagoa Azul e à grandiosa Cachoeira Casca d’Anta, no Parque Nacional da Serra da Canastra. Acredite! Uma semana será pouco! 
Capitólio está localizada a 282 km de Belo Horizonte, 440 km de São Paulo e 635 km do Rio de Janeiro. Não há aeroportos na região e será necessário percorrer ao menos um trecho por via terrestre para chegar até lá. A boa notícia é que o carro é a melhor maneira de se locomover e explorar as atrações próximas. Sendo assim, una o útil ao agradável e bote o pé nas lindas estradas de Minas Gerais rumo a Capitólio. 
Decidir quantos dias ficar em Capitólio não é tarefa fácil. Grande parte dos turistas que visitam a região aproveita um feriado prolongado para conhecer as principais atrações. Podemos garantir, no entanto, que três ou quatro dias não serão suficientes e você irá embora com vontade de voltar. Se estiver de férias, vale investir em uma semana por lá, com direito a uma visitinha à maravilhosa Serra da Canastra. E como Capitólio é um bom destino para conhecer durante todo o ano, qualquer folguinha na vida e no trabalho rende uma linda viagem!

domingo, 25 de setembro de 2016

Trilha de Bike - Descida da Barroca - Estação do Ouro - Araraquara - SP

Abandonada e esquecida, há muitos anos, a Estação do Ouro localizada no Município de Araraquara, carrega consigo parte de uma história pouco conhecida da morada do sol.
Inaugurada em 1897, a Estação do Ouro teve outras utilidades além do transporte de pessoas e  mercadorias, sobretudo o café. Entre os anos de 1895 a 1897, Araraquara foi assolada pela epidemia de Febre Amarela que  quase devastou a cidade.
O pânico causado pelas mortes desorganizou a vida política e social do município fazendo com que os moradores que tinham condições financeiras procurassem se mudar para fazendas e vilarejos próximos a ferrovias.
Parte da administração pública de Araraquara, foi transferida para o então distrito de Américo Brasiliense, enquanto outras foram transferidas para a Fazenda do Ouro, nas proximidades da estação.
A estação recebeu esse nome por causa do córrego do Ouro, que atravessa o vale de mesmo nome e vai até Araraquara. Quando inaugurado, o trecho de linha férrea pertencia a Companhia Paulista de Estradas de Ferro de onde se pode ver a logo até os dias atuais.
A trilha que percorremos no domingo tem 35 Km, passa pela Estação do Ouro e desce a barroca até a nascente de um riacho, a volta tem subida acentuada, no entanto é curta.
A trilha que fica próxima á Vila Xavier, aqui em Araraquara, é uma trilha relativamente curta e sem grandes subidas, mas é uma opção para quem quer treinar técnica de subida, cascalho e como andar no areia solta.
Não existem subidas longas, mas uma das subidas tem mais de 100 metros, com grande de inclinação, é cobertas com um cascalho bem grosso, daquele que se você respirar errado o pneu patina e o pé vai para o chão.
Além das subidas no cascalho, logicamente tem as descidas no cascalho...
Daquelas que o freio não funciona de jeito nenhum….
A bike fica derrapando e rabeando e o medo aumentando…
Daí vem a dúvida, para a bike parar de rabear, tem que soltar o freio, e cadê a coragem para isso…
Mas enfim, consegui descer todas sem cair, já as subidas foi empurrando a bike…