domingo, 17 de fevereiro de 2002

Guarapari - ES

Privilegiada não só pela natureza que a dotou de muitos encantos, cantada em prosa e verso como maravilha da natureza, Guarapari teve a sorte de ter abrigado durante o período colonial, uma das figuras mais expressivas da Igreja e da própria História do Brasil, o Padre José de Anchieta. Queria ele que os padres amassem seus índios, apoiasse a catequese, a civilização e liberdade dos mesmos. A semente germinou a idéia para a criação desta cidade que pode ser vista através de manifestos feitos por Anchieta.
Assim, sob o manto da catequese e da fraternidade nasceu Guarapari. Em 1569, o Padre José de Anchieta percorreu as terras do Espírito Santo como visitador dos jesuítas, encarregado de estabelecer novas aldeias para a catequese dos índios. Nesta ocasião ficou determinado que fosse fundado numa dessas povoações Guarapari. A localização era totalmente favorável pois julgavam por bem fundar aldeias e residências sempre as margens dos rios ou embocaduras, facilitando assim as entradas que necessitavam fazer a procura de novas levas selvagens.

Matriz da Igreja Conceição - Construída em 1585 pelo padre José de Anchieta, no alto de uma colina, esta igreja deu início ao povoamento de Guarapari, sendo marco da fundação da Cidade. Sua estrutura é de pedras sobre postas e uma argamassa feita com areia, conchas trituradas, barro e óleo de baleia ou vegetal.
O jesuíta fundou ali uma capela e posteriormente uma residência, destinada a seus coirmãos da Companhia de Jesus. Foi erguida possivelmente sob a invocação de Sant' Ana e do Sagrado Coração de Jesus, ou também de Santa Maria. Quase 170 anos depois passou a homenagear Nossa Senhora da Conceição. No auto escrito em homenagem a Sant' Ana, na inauguração da igreja, o jesuíta instituiu Nossa Senhora da Conceição como padroeira da aldeia.
Esta edificação também é conhecida como Igreja das Conchas devido às conchinhas que revestem as paredes externas, entretanto hoje não é possível visualizar esses detalhes, devido a reformas que as encobriram. No colégio-residência, anexo à igreja, hospedaram-se os primeiros padres formados no Espírito Santo e no Brasil.Em 1878, seu frontão comum e triangular recebeu revestimento neo-barroco do séc. XVIII. Em 1970, o telhado foi restaurado e dois altares laterais que não eram originais, foram retirados. È tombada pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como patrimônio nacional. A igreja possui um grande acervo sacro, com peças do século XVIII. Está localizada na Rua João Cavati, s/nº, Centro, também conhecido como Morro da Igreja.

Praia das Castanheiras
- Considerada uma das melhores praias urbanas da cidade, tem águas claras e muito calmas, formando piscinas naturais protegidas por recifes, ideal para se mergulhar, deixando o local apropriado para a descontração da família, que pode liberar os pequeninos para brincar na água ou fazer os castelos de areia que é o sonho de toda a criança.
Destaque para o grande sombreiro natural formado por várias castanheiras que servem de proteção para banhistas tanto na praia quanto no calçadão, tem boa estrutura bares e iluminação que atraem também aqueles que querem apenas curtir a paisagem.
Infra-estrutura da orla: Algumas barraquinhas no calçadão e iluminação noturna.

sábado, 1 de março de 1997

Porto Seguro - BA

Porto Seguro é um município situado no sul do estado da Bahia, no Brasil. Disputa, com os municípios limítrofes de Santa Cruz Cabrália e Prado6 , a primazia de ser o local de chegada dos portugueses ao Brasil em 1500. O município foi fundado em 1534. Possui uma população estimada em 141 006 habitantes no ano de 2013 e está tombado em quase sua totalidade pelo patrimônio histórico, não sendo permitida a construção de prédios com mais de dois andares. É cortado pelo Rio Buranhém.
Porto Seguro localiza-se na região que foi, oficialmente, a primeira a ser descoberta pelos navegadores portugueses no atual território brasileiro. Em 21 de abril de 1500, o navegador Pedro Álvares Cabral avistou terra firme, após ter deixado a costa africana um mês antes. O lugar avistado foi o Monte Pascoal, 62 quilômetros ao sul de Porto Seguro. No dia seguinte, os portugueses desembarcaram em terra firme pela primeira vez no atual território brasileiro, num local cujo ponto exato ainda é debatido pelos historiadores.
Porto Seguro foi o primeiro local onde os navegantes portugueses de Pedro Álvares Cabral desceram em 1500. Foi o primeiro núcleo habitacional do Brasil, onde ostentou o marco do descobrimento e desempenhou papel importante nos primeiros anos da colonização.
Possui antigos monumentos históricos como o sítio da Cidade Alta que foi decretado pelo presidente em 1973, o marco do descobrimento que veio de Portugal entre 1503 e 1526 simbolizando o poder da coroa portuguesa. É todo em pedra de cantaria, de um lado foi esculpido a Ordem de Avis e do outro o Brasão de Armas de Portugal.
Na mesma área está a Igreja Nossa Senhora da Pena de 1535, construída pelo donatário da capitania Pero do Campo Tourinho. Na igreja estão guardadas imagens sacras dos séculos XVI e XVII. O município foi fundado em 1534 e está tombado pelo patrimônio histórico que não permite a construção de prédios altos na cidade.
As principais praias de Porto Seguro são: A praia de Barramares é o point de agitos da cidade. Durante o dia, a praia oferece areias finas que recebe tradicionalmente a lambaeróbica e esportes. O mar tranquilo próximo ao manguezal é bom para o banho. A noite, a praia é usada para a realização de luaus, shows com ônibus grátis, telefones, bancos e mini-shopping. A praia de Taperapuã é uma das mais badaladas, possui barracas que dão aula de lambaeróbica e música ao vivo. A praia do Cruzeiro possui localização central e é pouco procurada. Apresenta águas escuras sendo utilizada para atracação dos saveiros turísticos. Conta também com outras atrações, entre elas: o Paradise Water Park que é um parque de diversão aquático localizado numa área ecológica e na beira da praia. 
Estive em porto seguro em 1997.

sábado, 13 de janeiro de 1996

Sul de Minas no meio do fogo cruzado da história da Revolução de 1932

Nos anos de 1930, quando paulistas começaram a se movimentar e tentaram mostrar força ao governo federal por meio do movimento que ficou conhecido como Revolução Constitucionalista de 1932, os mineiros assistiram de perto aos violentos confrontos entre batalhões de várias partes do Brasil. Os municípios de Ouro Fino, Pouso Alegre e Jacutinga ficaram bem no meio de uma disputa que misturou patriotismo e ideais de liberdade entre soldados que saíram de São Paulo para lutar contra a interferência federal no estado e tropas que buscavam encerrar um movimento que poderia dividir o país.
A escolha oficial do governo de Minas, ao se confirmar que o impasse não se resolveria por meio das conversas e seria levado para os campos de batalhas, foi adotar uma postura de neutralidade. No entanto, aqueles que viram as disputas bem perto de suas casas não tiveram como ficar de fora e foram obrigados a participar de um lado ou de outro. Em Ouro Fino, a movimentação de tropas começou com a chegada dos paulistas, que buscavam reforçar pontos estratégicos nas fronteiras para impedir que o exército legalista avançasse no estado. A resposta das tropas federais não demorou e, no fim do mês, soldados de batalhões baianos e pernambucanos que vieram para conter a revolução já estavam acampados na cidade.
“Em 13 de julho, quando os paulistas marcharam por Ouro Fino, a cidade ficou extremamente movimentada e dividida. Aqueles que apoiaram os paulistas passaram a atuar de forma velada, escondendo soldados feridos em suas casas e, quem tinha automóvel ou armas, guardava tudo para que o governo federal não pedisse para usar nos confrontos. No entanto, muitas pessoas também temiam a ação dos soldados paulistas, já que rumores diziam que outras cidades estavam sendo atacadas quando eles chegavam de trem”, explica Maria Romilda Gomes Rodrigues, historiadora e coordenadora do Departamento de Cultura de Ouro Fino.
Em Pouso Alegre, cidade do Sul de Minas considerada estratégica para a mobilidade ferroviária, as tropas legalistas que estavam se concentrando na região bateram de frente com os revolucionários paulistas. Os tradicionais bairros do município, Vendinha (hoje Bairro São João), Cruzes e São Geraldo, viraram palco para o enfrentamento. Entrincheirados em pontos estratégicos e com canhões e metralhadoras posicionadas, as tropas de Getúlio Vargas massacraram os paulistas em combate. O resultado de uma noite de conflito em Pouso Alegre foi 12 mortes, sendo apenas uma do lado dos legalistas, e mais de 20 feridos que foram levados presos para Caxambu e depois para o Rio de Janeiro.
Os mortos foram sepultados no dia seguinte na cidade mineira recebendo a bênção do bispo de Pouso Alegre, dom Octávio Chagas de Miranda. Como não se sabiam os nomes dos soldados paulistas, o então prefeito João Beraldo determinou que fossem todos fotografados e numerados para que pudessem ser identificados quando o conflito acabasse. Alguns anos mais tarde, os corpos foram exumados e levados para São Paulo a pedido de familiares. Muitas das armas, canhões e equipamentos usados nas batalhas que aconteceram na região estão expostos no Museu Histórico Municipal de Pouso Alegre.
“Uma das reclamações constantes de antigos moradores da região que aparece nos documentos da época diz respeito ao barulho de metralhadoras. Só com o fim do conflito ficaram sabendo que o ruído vinha de um aparelho chamado matraca, criado pelos paulistas para reproduzir o som das metralhadoras e intimidar as tropas federais. Os municípios da região, por estarem tão próximos dos paulistas e ao mesmo tempo estarem ao lado das forças nacionais, passaram meses de muita apreensão, com a guerra batendo em suas portas”, explica a historiadora.
Isolados economicamente e sem apoio de outros estados, em outubro de 1932 – três meses depois do início das batalhas – os paulistas anunciaram a rendição. Getúlio Vargas nomeia um interventor paulista para o estado e no ano seguinte convoca eleições para a formação da Assembleia Constituinte. Segundo as estimativas oficiais, a Revolução de 1932 terminou com 624 mortes, sendo a grande maioria de soldados paulistas.
Fiz a viagem pelo sul de minas nos anos 90 para conhecer os locais de batalhas.

sábado, 1 de janeiro de 1994

Poços de Caldas - MG

Poços de Caldas é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, no sudeste do país. Está localizado na mesorregião do Sul e Sudoeste de Minas. Segundo dados de 2012, é o 15º município mais populoso do estado.
A história de Poços de Caldas começou a ser escrita a partir da descoberta de suas primeiras fontes e nascentes, no século XVII, encontradas no fundo de um vulcão desde 85 milhões de anos atras. 
Hoje, Poços de Caldas possui um dos melhores IDHs (Índice de Desenvolvimento Humano) do Estado e um fluxo maciço de turistas. Em 2006, a cidade foi tema de enredo de Carnaval da escola de samba carioca Beija-Flor de Nilópolis.
A fundação da cidade se deu em novembro de 1872, a região era habitada por índios cataguases. O lugarejo era denominado Freguesia de Nossa Senhora da Saúde das Águas de Caldas. Foi elevada à categoria de cidade em 1875, com o nome de Poços de Caldas.
Pontos Turísticos de Poços de Caldas
Cachoeira Véu das Noivas - É formada por três quedas d’água que chegam a dez metros de altura, existe um trenzinho que faz passeios no arredores.
Campo de Golfe - Situado no centro da cidade, é uma atração para quem gosta do esporte. No segundo final de semana do mês de maio, o campo sedia o torneio Open de Golfe, que reúne participantes de toda a região.
Cascata das Antas - Em 1898, foi inaugurada a primeira usina hidrelétrica, denominada Empresa Força e Luz, passando a ser uma das primeiras cidades do país a gerar a própria energia elétrica. O glamour do ponto turístico está ligado às suas quedas d’água.
Represa do Cipó - Tem como finalidade regularizar a vazão do Rio das Antas aumentando-a em mais de 2 m3 por segundo. Permitindo também a captação de 400 litros por segundo de água para tratamento.

domingo, 3 de janeiro de 1993

Ouro Preto - MG


Ouro Preto é um município do estado de Minas Gerais, no Brasil. É famoso por sua arquitetura colonial. Localiza-se na latitude 20º23'08" sul, longitude 43º30'29" oeste e altitude média de 1 179 metros. Sua população de 70 227 habitantes, conforme o censo de 2010 (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), está distribuída em 34 272 homens e 35 955 mulheres. Foi a primeira cidade brasileira a ser declarada, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade em 02 de setembro de 1980.
A fundação da cidade se deu em 1711, em origem do arraial do Padre Faria e outros arraiais, tendo recebido o nome de Vila Rica. Poucos anos depois foi escolhida como a capital da capitania das Minas Gerais (1720).
Intitulada pela Organização nas Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), os aspectos de suas características, considerados para o tombamento, foram: a preservação de suas ruas íngremes e estreitas, feitas em paralelepípedos, casas em estilo colonial, arquitetura barroca nas Igrejas e Museus, criados por Aleijadinho - Antônio Francisco Lisboa.
A arte de Aleijadinho era no estilo barroco, tendência artística da época, que apresentava uma mistura de espiritualidade com racionalismo, tornando-se contraditória.
Só foi possível manter a preservação original da cidade, devido à mudança da capital para Belo Horizonte, em 1897, motivo pelo qual a mesma perdeu parte de sua movimentação, deixando-a longe dos processos de urbanização e modernidade.
Ouro Preto tem uma história de relevante importância para o Brasil, pois serviu como campo de manifestações históricas e culturais na época da descoberta do ouro no país.
Foi cenário do movimento da inconfidência mineira, onde uma elite dominante lutou contra a exploração do ouro em favor de melhores condições de vida para o povo brasileiro.
Na época do movimento, no século XVIII, a corte portuguesa explorava o povo com as altas taxas de impostos sobre o minério, tendo Tiradentes (Joaquim José da Silva Xavier) enforcado em praça pública, tornando-se mártir da libertação do povo aos domínios de Portugal.
A escolha do nome foi baseada nas riquezas ali existentes, que fazia a grande movimentação econômica da região bem como do país. Primeiramente, recebeu a alcunha de Vila Rica, passando mais tarde a ter o nome de Ouro Preto.

 Visitei Ouro Preto no festival de inverno em 1993, valeu a pena.

sábado, 2 de janeiro de 1993

Ataléia - MG

Ataléia é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2004 era de 16.161 habitantes. A cidade apresenta, como atrativos turísticos, o Rio Norte, o Córrego Acari e o Rio Paloma. Vizinha dos municípios de Ouro Verde de Minas, Ecoporanga e Teófilo Otoni, Ataléia se no nordeste de Minas Gerais, na divisa com o Espírito Santo. Protegida por altas montanhas, às margens do rio Norte, Ataléia vai seguindo a história com sue jeito simples, de raras paisagens e de povo hospitaleiro.

sexta-feira, 1 de janeiro de 1993

Belo Horizonte - MG

Belo Horizonte é um município brasileiro, capital do estado de Minas Gerais. Pertence à Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte e à Microrregião de Belo Horizonte. Com uma área de aproximadamente 330 km², possui uma geografia diversificada, com morros e baixadas, distando 716 quilômetros de Brasília, a capital nacional.
Cercada pela Serra do Curral, que lhe serve de moldura natural e referência histórica, foi planejada e construída para ser a capital política e administrativa do estado mineiro sob influência das ideias do positivismo, num momento de forte apelo da ideologia republicana no país. Sofreu um inesperado acelerado crescimento populacional, chegando a mais de 1 milhão de habitantes com quase 70 anos de fundação. Entre as décadas de 1930 e 1940, houve também o avanço da industrialização, além de muitas construções de inspiração modernista, notadamente as casas do bairro Cidade Jardim, que ajudaram a definir a fisionomia da cidade.
De acordo com o censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2010, sua população é de 2 375 444 habitantes, sendo a sexta cidade mais populosa do país. Belo Horizonte já foi indicada pelo Population Crisis Commitee, da ONU, como a metrópole com melhor qualidade de vida na América Latina e a 45ª entre as 100 melhores cidades do mundo. Hoje a cidade tem o quinto maior PIB entre os municípios brasileiros, representando 1,37% do total das riquezas produzidas no país. Uma evidência do desenvolvimento da cidade nos últimos tempos é a classificação da revista América Economia, na qual Belo Horizonte aparece como uma das 10 melhores cidades para fazer negócios da América Latina em 2009, segunda do Brasil e à frente de cidades como Rio de Janeiro, Brasília e Curitiba.1
Sua fundação se deu em 1897, sendo a primeira cidade do país a ter planejamento urbano. E sendo a terceira maior cidade brasileira, a contribuir com o desenvolvimento industrial do país por ser a maior exportadora de minério de ferro do país, também de pedras preciosas e de importantes fábricas da indústria automotiva.
Belo Horizonte é emoldurada pelas montanhas da Serra do Curral, a capital mineira foi a primeira cidade planejada do país. Conhecida como a “capital dos botecos”, por ter a maior quantidade média de bares entre as cidades brasileiras, Belo Horizonte realiza todos os anos um concurso para eleger os melhores bares em diversas categorias. São mais de 14 mil estabelecimentos deste género, que garantem uma vida noturna marcante.
O famoso tempero mineiro faz parte da cultura da cidade e atrai visitantes que vão à procura do leitão à pururuca, do tutu de feijão, da vaca atolada (um prato com costela de boi e mandioca) e doces caseiros. Belo Horizonte oferece aos turistas uma excelente rede de restaurantes com comida regional. Para não falar no queijo produzido na cidade e arredores, um verdadeiro património cultural de Minas Gerais.
A cidade convida a um belo passeio: comece pela Praça da Liberdade, passe pelos bairros de Savassi e Lourdes com seus diversos cafés e pequenas lojas. Tudo isto complementado pela hospitalidade única dos mineiros e temperado com um sotaque peculiar.
Belo Horizonte possui uma frota de autocarros que funciona num sistema integrado com linhas de metrô e de comboio. Um novo sistema de autocarros rápidos está a ser implementado na cidade. Os turistas também podem ter acesso a táxis, nas modalidades comum e especial.
Hospedagem - A metrópole oferece um sofisticado parque hoteleiro, que recebe diferentes tipos de turistas: oferece hotéis preparados para atender às necessidades dos executivos e outros estabelecimentos menores interessantes para quem se desloca à cidade a passeio. Um dos destaques dos hotéis mineiros é o seu pequeno almoço, normalmente incluído na tarifa, com iguarias mineiras, como queijo, pão de queijo e geleias.
Transporte - O acesso a Belo Horizonte pode ser feito através de diversas estradas do país. Para quem vem de São Paulo, a BR-381 é o caminho mais fácil. Para quem vem do Rio de Janeiro ou de Brasília, o acesso deve ser feito pela BR-040. O Aeroporto Internacional Tancredo Neves (Confins) recebe voos de todas as capitais do Brasil.
Artesanato local - A riqueza cultural de Minas Gerais também está espelhada na diversidade do seu artesanato, com trabalhos em barro, madeira, prata, pedra, para além de bordados e peças em croché, tricô e de couro feitas à mão. As peças produzidas em barro também são populares. Com base na tradição indígena, os ceramistas (em particular nos vales de Jequitinhonha e São Francisco) produzem esculturas e objetos tais como potes, panelas e vasos.
Morei em Belo Horizonte em 1993.